domingo, 31 de janeiro de 2016

Bons ventos para a energias renováveis?

Apesar do Plano Decenal de Energia prever  aumento da geração de energia eólica dos atuais 8,7 MW  para 24 mil MW até 2014, carece de explicação os vetos apresentados pela presidenta Dilma Roussef a todos os itens relacionados às energias renováveis não hidráulicas, no Plano Plurianual 2016/2019, que iria ampliar em 13.100 MW na capacidade instalada de energia no país no período. Após os compromissos do governo brasileiro na COP 21, em Paris, em prol da redução de 43% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, é muito estranho que essas ações tenham sido retiradas do principal documento de diretrizes do desenvolvimento nacional.
O próprio manual do Ministério do Planejamento para elaboração o PPA propõe uma correção ao PPA anterior, com o intuito de aproximar  a orientação estratégica e os programas temáticos.   O Brasil tem potencial estimado de 140 GW de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica, merecendo destaque os potenciais das regiões dos litorais Sul e Nordeste e do Semiárido. Em relação à energia solar, destaca-se, no ano de 2014, o sucesso na realização de leilão quando foram contratados 31 novos projetos. Os projetos solares vão injetar cerca de 890 MW na rede elétrica brasileira a partir de 2017.

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