quinta-feira, 20 de outubro de 2016

[RE] JEITO - Ativistas se mobilizam por justiça para as vítimas da lama que caiu sobre o Rio Doce


O MAIOR DESASTRE AMBIENTAL DO BRASIL AINDA CONTINUA A ESPALHAR LAMA PELO RIO UATU - COMO É CHAMADO O RIO DOCE PELOS INDÍGENAS

Está fazendo um ano que a lama gerada pela ganância da Samarco (Vale/BHP Billiton) matou 19 pessoas, destruiu famílias, comunidades, o rio Doce e diversos ecossistemas, de Mariana ao Atlântico. E até agora os culpados não foram devidamente responsabilizados.

Não bastasse a impunidade, a mineradora trabalha para maquiar o estrago (deixando os rejeitos onde estão) e reiniciar suas operações utilizando o mesmo sistema de produção de rejeitos. Pior: com o apoio de autoridades do Poder Público.

Esta tragédia (hoje sabidamente anunciada) não é caso isolado. Nas últimas décadas, a cada dois anos houve um desastre de graves proporções com barragens de rejeitos em Minas Gerais. O estado possui centenas de barragens, sendo muitas vulneráveis. E o Poder Público continua a confiar o monitoramento ambiental às próprias empresas, e a licenciar novos empreendimentos em regiões já saturadas.

O modelo e a intensidade da mineração ameaçam populações e territórios em Minas Gerais. Além disto, hoje se sabe que onde há minério de ferro há água de qualidade, recurso vital cada vez mais escasso e estratégico. E que já passou da hora do estado buscar alternativas econômicas à exportação de commodities.

Por isso, nestes 4 e 5 de novembro, nos reuniremos em Belo Horizonte, capital sede das principais decisões e medidas de legitimação de atrocidades ambientais, para REJEITAR o modelo de ATRASO E DEPENDÊNCIA econômica vigente, para HOMENAGEAR AS VÍTIMAS humanas e não humanas do desastre e EXIGIR JUSTIÇA JÁ!


Participe você também desta vigília:

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